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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Um sonho na cabeça e força de vontade para colocá-lo em prática. Foi assim que o coreógrafo, dançarino e professor do grupo de dança de rua Fúria das Ruas, Nilberto Lima de Souza, definiu o grupo que vem chamando a atenção das pessoas que o assistem. Com nove anos de estrada e contando atualmente com 30 jovens e adolescentes, o grupo vai se destacando e angariando prêmios por onde passa.

Nilberto conta que sua vontade de dançar e se apresentar começou em março de 1999 quando a sua professora de inglês na Escola Estadual Celso Ramos, em Joinville, o incentivou para que apresentasse uma dança. Como o tema escolhido era conjuntos americanos, ele pôde conhecer mais de perto a dança de rua e, a partir daí, não conseguiu ficar longe do “hip hop” e do “street dance”. Logo em seguida, juntamente com outros alunos da escola formou um grupo de dança de rua que se chamava Dança de Rua Celso Ramos. Até 2000, este foi o nome. Já no segundo semestre de 2000, o grupo decidiu inovar e trocou de nome. Nesta época, surgiu o nome de Fúria das Ruas. Desde então, o grupo vem crescendo e ganhando notoriedade por onde passa.Um sonho na cabeça e força de vontade para colocá-lo em prática. Foi assim que o coreógrafo, dançarino e professor do grupo de dança de rua Fúria das Ruas, Nilberto Lima de Souza, definiu o grupo que vem chamando a atenção das pessoas que o assistem. Com nove anos de estrada e contando atualmente com 30 jovens e adolescentes, o grupo vai se destacando e angariando prêmios por onde passa.

Nilberto conta que sua vontade de dançar e se apresentar começou em março de 1999 quando a sua professora de inglês na Escola Estadual Celso Ramos, em Joinville, o incentivou para que apresentasse uma dança. Como o tema escolhido era conjuntos americanos, ele pôde conhecer mais de perto a dança de rua e, a partir daí, não conseguiu ficar longe do “hip hop” e do “street dance”. Logo em seguida, juntamente com outros alunos da escola formou um grupo de dança de rua que se chamava Dança de Rua Celso Ramos. Até 2000, este foi o nome. Já no segundo semestre de 2000, o grupo decidiu inovar e trocou de nome. Nesta época, surgiu o nome de Fúria das Ruas. Desde então, o grupo vem crescendo e ganhando notoriedade por onde passa.Um sonho na cabeça e força de vontade para colocá-lo em prática. Foi assim que o coreógrafo, dançarino e professor do grupo de dança de rua Fúria das Ruas, Nilberto Lima de Souza, definiu o grupo que vem chamando a atenção das pessoas que o assistem. Com nove anos de estrada e contando atualmente com 30 jovens e adolescentes, o grupo vai se destacando e angariando prêmios por onde passa.

Nilberto conta que sua vontade de dançar e se apresentar começou em março de 1999 quando a sua professora de inglês na Escola Estadual Celso Ramos, em Joinville, o incentivou para que apresentasse uma dança. Como o tema escolhido era conjuntos americanos, ele pôde conhecer mais de perto a dança de rua e, a partir daí, não conseguiu ficar longe do “hip hop” e do “street dance”. Logo em seguida, juntamente com outros alunos da escola formou um grupo de dança de rua que se chamava Dança de Rua Celso Ramos. Até 2000, este foi o nome. Já no segundo semestre de 2000, o grupo decidiu inovar e trocou de nome. Nesta época, surgiu o nome de Fúria das Ruas. Desde então, o grupo vem crescendo e ganhando notoriedade por onde passa.Um sonho na cabeça e força de vontade para colocá-lo em prática. Foi assim que o coreógrafo, dançarino e professor do grupo de dança de rua Fúria das Ruas, Nilberto Lima de Souza, definiu o grupo que vem chamando a atenção das pessoas que o assistem. Com nove anos de estrada e contando atualmente com 30 jovens e adolescentes, o grupo vai se destacando e angariando prêmios por onde passa.

Nilberto conta que sua vontade de dançar e se apresentar começou em março de 1999 quando a sua professora de inglês na Escola Estadual Celso Ramos, em Joinville, o incentivou para que apresentasse uma dança. Como o tema escolhido era conjuntos americanos, ele pôde conhecer mais de perto a dança de rua e, a partir daí, não conseguiu ficar longe do “hip hop” e do “street dance”. Logo em seguida, juntamente com outros alunos da escola formou um grupo de dança de rua que se chamava Dança de Rua Celso Ramos. Até 2000, este foi o nome. Já no segundo semestre de 2000, o grupo decidiu inovar e trocou de nome. Nesta época, surgiu o nome de Fúria das Ruas. Desde então, o grupo vem crescendo e ganhando notoriedade por onde passa.
“Um dos grandes problemas enfrentados hoje em dia é a falta de informação da comunidade. Há muitas pessoas que têm preconceito da dança de rua e isso dificulta a propagação de nossa arte e dança”, alega o coreógrafo. Ele acrescenta dizendo que a dança de rua ganha mais adeptos a cada dia, mas que é preciso que as pessoas recebam mais informações referentes à este tipo de dança. “Quando isso acontecer, tenho certeza que a dança de rua vai ser a sensação do momento”, comenta.

Quando questionado sobre a emoção que o contagia para praticar e ensinar a dança de rua, Nilberto prontamente responde: “Minha fonte de inspiração é Deus. É Ele que me dá força para continuar a desenvolver meus trabalhos e atividades com os jovens. Também é Ele que me ajuda da fazer a diferença neste mundo”, salienta. O estudante do 3° ano do curso de licenciatura em Educação Física pela Universidade da Região de Joinville (Univille) confessa que está sempre pensando e falando com Deus, seja onde for. “Acredito que seja por isso que sou tão persistente em tudo que faço!”, assume.

Neste caminho trilhado pelo Fúria das Ruas, o grupo já ganhou muitos reconhecimentos e homenagens, entre eles o de tri-campeão do Festival de Dança de Joinville, festejados nos anos de 2002, 2006 e 2007. Este ano o grupo Fúria das Ruas conquistou a terceira colocação no Festival. “O que importa é que o grupo continua unido e de cabeça erguida. Talvez este ano não tenhamos ido muito bem, mas vamos seguir levando nosso trabalho firmes e fortes”, expõe o jovem de 30 anos de idade.

O desafio do grupo neste momento é treinar para participar do maior evento de hip hop do mundo, que acontece na Alemanha. Chamado de “Batalha do Ano”, o evento reúne os melhores e maiores grupos de dança de todos os cantos do mundo. “Nossa intenção é, daqui a dois ou três anos, estarmos participando desta grande competição. Estamos evoluindo a cada dia que passa e penso que temos grande chances de chegar até lá”, acredita Nilberto.

Para que o sonho de ir para a Alemanha se concretize, o grupo Fúria das Ruas treina arduamente todos os sábados em dois horários para deixar tudo “redondo” para as apresentações. Os treinos acontecem das 10h às 12 horas e também das 16h às 20 horas, nas dependências da Escola Estadual Celso Ramos, no bairro Bucarein, em Joinville. “Um dos grandes problemas enfrentados hoje em dia é a falta de informação da comunidade. Há muitas pessoas que têm preconceito da dança de rua e isso dificulta a propagação de nossa arte e dança”, alega o coreógrafo. Ele acrescenta dizendo que a dança de rua ganha mais adeptos a cada dia, mas que é preciso que as pessoas recebam mais informações referentes à este tipo de dança. “Quando isso acontecer, tenho certeza que a dança de rua vai ser a sensação do momento”, comenta.

Quando questionado sobre a emoção que o contagia para praticar e ensinar a dança de rua, Nilberto prontamente responde: “Minha fonte de inspiração é Deus. É Ele que me dá força para continuar a desenvolver meus trabalhos e atividades com os jovens. Também é Ele que me ajuda da fazer a diferença neste mundo”, salienta. O estudante do 3° ano do curso de licenciatura em Educação Física pela Universidade da Região de Joinville (Univille) confessa que está sempre pensando e falando com Deus, seja onde for. “Acredito que seja por isso que sou tão persistente em tudo que faço!”, assume.

Neste caminho trilhado pelo Fúria das Ruas, o grupo já ganhou muitos reconhecimentos e homenagens, entre eles o de tri-campeão do Festival de Dança de Joinville, festejados nos anos de 2002, 2006 e 2007. Este ano o grupo Fúria das Ruas conquistou a terceira colocação no Festival. “O que importa é que o grupo continua unido e de cabeça erguida. Talvez este ano não tenhamos ido muito bem, mas vamos seguir levando nosso trabalho firmes e fortes”, expõe o jovem de 30 anos de idade.

O desafio do grupo neste momento é treinar para participar do maior evento de hip hop do mundo, que acontece na Alemanha. Chamado de “Batalha do Ano”, o evento reúne os melhores e maiores grupos de dança de todos os cantos do mundo. “Nossa intenção é, daqui a dois ou três anos, estarmos participando desta grande competição. Estamos evoluindo a cada dia que passa e penso que temos grande chances de chegar até lá”, acredita Nilberto.

Para que o sonho de ir para a Alemanha se concretize, o grupo Fúria das Ruas treina arduamente todos os sábados em dois horários para deixar tudo “redondo” para as apresentações. Os treinos acontecem das 10h às 12 horas e também das 16h às 20 horas, nas dependências da Escola Estadual Celso Ramos, no bairro Bucarein, em Joinville. “Um dos grandes problemas enfrentados hoje em dia é a falta de informação da comunidade. Há muitas pessoas que têm preconceito da dança de rua e isso dificulta a propagação de nossa arte e dança”, alega o coreógrafo. Ele acrescenta dizendo que a dança de rua ganha mais adeptos a cada dia, mas que é preciso que as pessoas recebam mais informações referentes à este tipo de dança. “Quando isso acontecer, tenho certeza que a dança de rua vai ser a sensação do momento”, comenta.

Quando questionado sobre a emoção que o contagia para praticar e ensinar a dança de rua, Nilberto prontamente responde: “Minha fonte de inspiração é Deus. É Ele que me dá força para continuar a desenvolver meus trabalhos e atividades com os jovens. Também é Ele que me ajuda da fazer a diferença neste mundo”, salienta. O estudante do 3° ano do curso de licenciatura em Educação Física pela Universidade da Região de Joinville (Univille) confessa que está sempre pensando e falando com Deus, seja onde for. “Acredito que seja por isso que sou tão persistente em tudo que faço!”, assume.

Neste caminho trilhado pelo Fúria das Ruas, o grupo já ganhou muitos reconhecimentos e homenagens, entre eles o de tri-campeão do Festival de Dança de Joinville, festejados nos anos de 2002, 2006 e 2007. Este ano o grupo Fúria das Ruas conquistou a terceira colocação no Festival. “O que importa é que o grupo continua unido e de cabeça erguida. Talvez este ano não tenhamos ido muito bem, mas vamos seguir levando nosso trabalho firmes e fortes”, expõe o jovem de 30 anos de idade.

O desafio do grupo neste momento é treinar para participar do maior evento de hip hop do mundo, que acontece na Alemanha. Chamado de “Batalha do Ano”, o evento reúne os melhores e maiores grupos de dança de todos os cantos do mundo. “Nossa intenção é, daqui a dois ou três anos, estarmos participando desta grande competição. Estamos evoluindo a cada dia que passa e penso que temos grande chances de chegar até lá”, acredita Nilberto.

Para que o sonho de ir para a Alemanha se concretize, o grupo Fúria das Ruas treina arduamente todos os sábados em dois horários para deixar tudo “redondo” para as apresentações. Os treinos acontecem das 10h às 12 horas e também das 16h às 20 horas, nas dependências da Escola Estadual Celso Ramos, no bairro Bucarein, em Joinville.

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